Cada um sabe muito bem o que sente.
Dessa forma, o sentir faz-se algo muito individual.
Podemos até imaginar como o outro sente, mas o que sinto, somente eu sinto. A pulsação é minha. . . e ponto.
A variante mora, então – de fato e de direito – dentro de cada um de nós: nossa própria perspectiva, visão, ponto de vista!