Acordo com elas em pensamento e vou dormir com as
mesmas na cabeça; algumas vezes, acordo no meio da noite com outras delas,
tentando fazer sentido dos sonhos que estava tendo... ai ando, endo, indo!
E obviamente, procuro isso fora dos meus próprios parâmetros nas frases dos outros, pois, claro, aprendo com isso também.
Afinal, as palavras são fortes e merecem o seu pronto significado para fazerem sentido e acontecerem matafisicamente. Senão, elas ficam em vão. E o mundo de todos – das palavras escritas, proferidas e conferidas – nada é tão insignificante e vazio assim... Muito mais o oposto disso.
Enfim, além das grandes Clarice Lispector e Cora Coralina que desenham suas palavras céus afora, atualmente, eu respeito as palavras de pessoas que as respeitam, mas que ainda vivem aqui. Delas, aprendo a sintetizar a minha escrita e a maximizar a minha retórica; aprendo a ficar quieta quando falam e com isso, reaprendo a somente dizer o que posso me comprometer, pois ouço as suas lições de vida. Então, vivo a aprender com as palavras minhas/suas/deles/delas independente do pronome usado, mesmo se este não for nada rimado com aquele... ai ado, edo, ido!
Assim, aos que refinaram a minha escrita, eu tremendamente agradeço, por mais que eu ainda aloooongue o meu discurso e prolooongue o meu blábláblá quando podia dizer apenas “obrigada”. Cara a cara.
Quero, sim, ler mais, recitar mais, interpretar mais.
Quero, sim, ouvir mais, escrever e se preciso for,
reescrever muito mais, e fazer deste – mais e mais – não algo que eu possa sugar somente (pois quantidade não é qualidade - FATO!) mas fazer do “meu” mundo algo cada vez mais justo, completo e significante.
Pois, no meu final, assim são as palavras no mundo de todo mundo.
Ontem, hoje e sempre.
Polka dots + words = perfect world!
